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Cruz Nossa Senhora da Ternura

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Descrição Geral

Cruz com Nossa Senhora da Ternura

Esta Santa Cruz é rica e completa. Mesmo sozinha é capaz de oferecer uma grande experiência na apreciação simbólica da iconografia bizantina. Toda a composição é construída em torno da Santíssima Virgem Maria - a Mãe de Deus. Na Cruz - símbolo, por excelência de Nosso Senhor Jesus Cristo -, vemos as principais passagens da vida de Santa Maria:

No centro, vemos a imagem conhecida como Eleusa, que significa Ternura, e representa o amor entre o Divino Filho e a Santa Mãe, onde Jesus envolve Maria com um abraço e se dirige a seu rosto para beijá-la.

Nossa Senhora segura Jesus Cristo no colo com sua mão direita; com a esquerda, ela aponta para Ele, enquanto olha para nós. É a representação de que ela conduz Jesus até nós e nos convida a adorá-Lo.

À esquerda, vemos a imagem da Anunciação do Anjo Gabriel: o dia santo em que Maria deu o seu 'sim' a Deus e o Verbo se fez carne em seu ventre puro e santo. Conforme a antiquíssima e venerável tradição, Maria tinha cerca de doze ou treze anos de idade, e era o dia de sua primeira ovulação. Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco.

Acima, vemos três imagens: 

(1) A Epifania, onde os Três Reis Magos - Gaspar, Melchior e Baltazar - encontram o destino para onde a Estrela de Belém os enviou: a pequena gruta onde o Menino Deus nasceu. Local onde O presentearam com três dons simbólicos:

O jovem Gaspar deu-Lhe incenso, como sinal de que Jesus é Divino, pois é a Deus que oferecemos o incenso. O ancião Melchior deu-Lhe ouro, como sinal de que Jesus é Rei, soberano Universal. O negro Baltazar deu-Lhe mirra, como sinal de que Jesus é humano, pois a mirra era usada para embalsamar os mortos, e a morte é o destino de todo homem.

Os três sábios reconheceram assim que o Menino era o Senhor Soberano, Criador de todas as coisas visíveis e invisíveis; mas, encarnado, fez-Se ao mesmo tempo Homem sem deixar de ser Deus. É o mistério da união hipostática: Jesus, Deus e Homem.

Após a purificação do mundo, no Grande Dilúvio, os três filhos de Noé dispersaram-se pelo mundo: Jafé foi para a Europa, Sem para a Ásia, Cam para a África. Mas essa divisão da humanidade foi alterada - ainda que simbolicamente - pela reunião dos três magos. Melchior veio da Europa, Gaspar da Ásia, Baltazar da África; os descendentes de Noé, ancestrais de toda a humanidade reuniram-se para adorar o Senhor, Nosso Deus Jesus Cristo.

(2) O Pentecostes, que era uma das festas tradicionais judaicas, onde se ofereciam a Deus as primícias das colheitas do campo. Era uma das três grandes festas chamadas de "peregrinação", pois nelas os israelitas deviam peregrinar até Jerusalém para adorar a Deus no Templo. Os judeus da diáspora (residentes no estrangeiro) designavam-na pela palavra grega pentecosté (quinquagésimo), por ser celebrada 50 dias depois da Páscoa.

Assim, estavam reunidos os membros da Igreja nascente: cerca de 120 pessoas, compostas pelos 12 Apóstolos, os 72 discípulos e as santas mulheres.

Encontravam-se no cenáculo, em oração, quando se fez ouvir um ruído estrondoso e um vento impetuoso. Em seguida, apareceram pequenas chamas. Segundo uma piedosa e antiga tradição, a primeira língua de fogo "a mais rica" pousou sobre a cabeça de Nossa Senhora, e a partir dela se multiplicou para os outros. Deus quis tornar visível a plenitude que entregava, o ímpeto de amor, a grandeza do dom que descia. O fogo, feito de luz e calor, era o melhor elemento para simbolizar o ardor próprio à ação restauradora e instigante do Espírito Santo. 

(3) A Dormição de Nossa Senhora é o modo como é representado, no Oriente, a Assunção da Virgem Maria, muito celebrada no Ocidente. No Ocidente, damos ênfase na ressurreição antecipada da Santíssima Virgem e sua assunção ao Reino dos Céus, em corpo e alma, assim como ocorrerá com os salvos após o Juízo Final; já no Oriente, a ênfase é dada à morte de Nossa Senhora - sua Dormição -, que  de tanta saudade do Filho, morreu de amor, para poder reencontrá-Lo na Santíssima Trindade.

À direita, vemos Jesus abraçando Sua Mãe, já no Céu, representado pelas estrelas. Seria a complementação da Dormição e a razão para a morte de Maria.

Abaixo, na Cruz, a Natividade de Jesus, aquele dia em que, como está registrado nas Sagradas Escrituras: "o povo, que jazia nas trevas, viu resplandecer uma grande luz; e surgiu uma aurora para os que jaziam na região sombria da morte.". Aquele dia de milagres, no qual tudo anunciou o Divino Nascimento, desde as rochas e as águas, os vegetais e as árvores, os homens - justos ou pecadores - e os anjos. Todas essas criaturas anunciaram, de alguma forma, a seu modo, o nascimento de Jesus Cristo.

As pedras notificaram ao mundo o nascimento de Cristo por meio da queda de vários templos e estátuas das idolatrias pagãs, por todo o mundo. A luz brilhou forte no céu naquela noite, bem como a Estrela de Belém que resplandecia para guiar os Reis Magos. Prodígios foram vistos nos rios. As árvores e todas as plantas floriram e deram frutos. Os animais prostraram-se diante da Criança. Os pastores foram adorá-Lo. Os anjos cantaram e glorificaram-No.

O nascimento de Deus na história foi manifestado até mesmo por aqueles que pecam contra sua própria natureza, os sodomitas que, no mundo todo, pereceram naquele instante, como disse São Jerônimo: "Surgiu uma luz tão forte que fez morrer todos os que se entregavam a esse vício. Cristo assim fez para extirpar da humanidade que ele assumira, uma impureza tão detestável". Santo Agostinho, a esse respeito, confirma que, tendo Deus visto na humanidade esse vício contrário à própria natureza, quase desistiu de se encarnar, mas ainda assim veio em nossa salvação.


Impresso em papel com texturização de linho, colado em madeira maciça tratada com cera de abelha 100% natural

Medida: 28 (Altura) X 18 (Largura) X 2 (Profundidade)*

*Medidas em centímetros

>>>Observações<<<

Os ícones são feitos artesanalmente, as dimensões podem variar alguns milímetros.

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