CONTEÚDO:
1 DÍPTICO* COMPOSTO PELAS IMAGENS DE NOSSA SENHORA DAS LÁGRIMAS E NOSSO SENHOR JESUS CRISTO MANIETADO, CADA UMA COM 18CM DE COMPRIMENTO POR 12CM DE LARGURA, CONECTADOS POR DUAS DOBRADIÇAS. FEITO EM MADEIRA MACIÇA E SELADO COM CERA DE ABELHA.
1 COROA (terço) COMPOSTO PELA MEDALHA DE NOSSA SENHORA DAS LÁGRIMAS DE UM LADO E JESUS MANIETADO NO OUTRO, 49 CONTAS DIVIDAS POR CONTAS MAIORES QUE AS SEPARAM EM 7 GRUPOS E MAIS 3 CONTAS FINAIS. FEITO ARTESANALMENTE NO BRASIL.
1 DEVOCIONÁRIO ÀS LÁGRIMAS DE MARIA. CAPA: BROCHURA, NÚMERO DE PÁGINAS: 121, TAMANHO 18CMX12CM, ORGANIZADOR: RITA ELISA SÊDA.
As réplicas dos dípticos buscam a semelhança dos piedosos ícones, trazendo os elementos que são característicos deles. Madeira maciça, textura da tela em linho, qualidade na imagem e oração em sua produção. A peça é produzida artesanalmente com materiais de alta qualidade e finalizadas com cera de abelha, todos os processos de fabricação são feitos pelo artesão no Via Crucis Ateliê.
*O tamanho e as cores da imagem podem variar.
UM BREVE RESUMO DA IRMÃ AMÁLIA DE JESUS FLAGELADO.
Amália Aguirre nasceu em Riós, junto à fronteira Espanha-Portugal, na comunidade autónoma da Galiza, a 22 de julho de 1901. Pertenceu a uma família antiga, de longa tradição cristã, e seus pais eram admirados pela santidade de costumes, fervorosa piedade e sua inesgotável caridade para com o próximo.
Somente após a morte de sua avó é que Amália atravessou o oceano Atlântico, tendo chegado a Campinas no dia 16 de junho de 1919.
Foi na Congregação das Irmãs Missionárias de Jesus Crucificado, fundada por Dom Francisco de Campos Barreto, Bispo de Campinas, e Madre Maria Villac, que viveu a Irmã Amália de Jesus Flagelado, a freira espanhola agraciada com o fenômeno dos sagrados estigmas de Nosso Senhor Jesus Cristo e com inúmeras aparições marianas.
Na década de 1930, a Virgem Maria e o Seu próprio filho, Jesus Cristo, apareceram várias vezes à Serva de Deus Irmã Amália de Jesus Flagelado, comunicando-lhe muitas mensagens com apelos de oração, de sacrifício e de penitência. A Santíssima Virgem Maria, no dia 8 de março de 1930, se apresentou como Nossa Senhora das Lágrimas e lhe revelou a Coroa (ou Rosário) das Lágrimas.
No dia 8 de abril de 1930, Nossa Senhora revelou também à Irmã Amália uma nova medalha milagrosa, a medalha da evocação às Suas lágrimas, e lhe pediu que, conjuntamente com a Coroa (ou Rosário), a difundisse pelo mundo inteiro, pois através dessa mesma medalha se dariam muitos prodígios, um grande número de conversões e muitas almas seriam salvas.
Embora a Irmã Amália de Jesus Flagelado, nesse ano de 1930, tenha conseguido divulgar a Medalha e a Coroa das Lágrimas, e essa devoção até tenha chegado a alguns países estrangeiros, esses meios de salvação revelados pela Mãe de Deus permaneceram quase desconhecidos durante várias décadas.
A Irmã Amália faleceu em Taubaté, no Brasil, em 18 de abril de 1977.
RECONHECIMENTO ECLESIASTICO
Em 8 de março de 1931, o Monsenhor Dom Francisco de Campos Barreto, Bispo de Campinas, reconheceu a veracidade dos fenômenos de estigmatização e as aparições recebidas pela Irmã Amália de Jesus Flagelado e concedeu as devidas autorizações – entre elas, o Imprimatur – para a publicação de todos os seus escritos (que incluíam as mensagens originais de Jesus e de Nossa Senhora) e das orações da Coroa (ou Rosário) de Nossa Senhora das Lágrimas.
Em 20 de fevereiro de 1934, o mesmo prelado publicou uma declaração episcopal e reforçou a importância da devoção à Virgem Maria sob a invocação de Nossa Senhora das Lágrimas.
Em 1935, a própria Coroa (ou Rosário) de Nossa Senhora das Lágrimas recebeu mais autorizações para sua divulgação: pelo Arcebispo John Robert Roach da Arquidiocese de Saint Paul e Minneapolis, no Minnesota (Estados Unidos); pelo Bispo Michael James Gallagher da Diocese de Detroit, no Michigan (Estados Unidos); pelo Censor Diocesano em Sopron (Hungria); pelo Bispo Stephanus Breyer da Diocese de Győr (Hungria); e, ainda, pelo Vigário Geral Ferdinand Buchwieser da Arquidiocese de Munique e Frisinga (Alemanha).
ORAÇÃO:
Eis-nos aqui aos Vossos pés, ó dulcíssimo Jesus Crucificado, para Vos oferecermos as lágrimas d'Aquela que, com tanto amor, Vos acompanhou no caminho doloroso do Calvário. Fazei, ó bom Mestre, que nós saibamos aproveitar da lição que elas nos dão, para que, na Terra, realizando a Vossa Santíssima Vontade, possamos um dia, no Céu, Vos louvar por toda a eternidade.
Nas contas brancas (que separam os grupos de 7):
Vede, ó Jesus, que são as lágrimas d'Aquela que mais Vos amou na Terra, e que mais Vos ama no Céu.
Nas contas brancas (grupos de 7):
Meu Jesus, ouvi os nossos rogos, pelas Lágrimas de Vossa Mãe Santíssima.
Nas três contas brancas finais, repete-se três vezes:
Vede, ó Jesus, que são as lágrimas d'Aquela que mais Vos amou na Terra, e que mais Vos ama no Céu.
Oração final:
Virgem Santíssima e Mãe das Dores, nós Vos pedimos que junteis os Vossos rogos aos nossos, a fim de que Jesus, Vosso Divino Filho, a quem nos dirigimos em nome das Vossas lágrimas de Mãe, ouça as nossas preces e nos conceda, com as graças que desejamos, a coroa da vida eterna. Ámen.
Jaculatórias finais (se devem dizer com toda a confiança):
— Por Vossa Mansidão Divina, ó Jesus Manietado, salvai o mundo do erro que o ameaça!
— Ó Virgem Dolorosíssima, as Vossas Lágrimas derrubaram o império infernal!
APROVAÇÃO ECLESIÁSTICA
A devoção da Coroa de Nossa Senhora das Lágrimas, composta pelas orações ditadas por Jesus à Irmã Amália, obteve rapidamente a aprovação oficial de inúmeras autoridades eclesiásticas em como, do ponto de vista moral e doutrinário, poderia e deveria ser amplamente divulgada — com a concessão do Nihil obstat ('nada contra') e do Imprimatur ('que se imprima'). Essa mesma permissão, ou autorização formal, foi concedida por:
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Imprimatur: † Bispo Francisco de Campos Barreto, Diocese de Campinas, SP (Brasil), 8 de março de 1931
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Imprimatur: † Bispo Michael James Gallagher, Diocese de Detroit, MI (Estados Unidos), 22 de março de 1935
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Imprimatur: † Arcebispo John Robert Roach, D.D., Arquidiocese de Saint Paul e Minneapolis, MN (Estados Unidos)
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Nihil obstat N.º 924/1935: Ansgarus Borsiczky, Censor Diocesano em Sopron (Hungria), 25 de maio de 1935
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Imprimatur: † Bispo Stephanus Breyer, Diocese de Győr (Hungria), 13 de julho de 1935
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Imprimatur: † Vigário Geral Ferdinand Buchwieser, Arquidiocese de Munique e Frisinga (Alemanha), 22 de março de 1935